BGS 2018: Garotas Mágicas e inclusão LGBT+

Conversamos com a Luciana Couto, da Liga das Garotas Mágicas, que trabalha em um espaço para as mulheres jogarem Magic sem sofrer machismo ou qualquer tipo de assédio. O grupo também oferece um espaço seguro para a comunidade LGBT.

Vocês encontram as comunidades aqui, Liga das Garotas Mágicas e o Magic LGBT e o site da liga.

Confira nossa entrevista e o que vocês podem encontrar nos grupos 😀

Paulo Everton

Gamer, Gaymer e muito orgulhoso! Descobri os videojogos com 7 anos de idade, de lá para cá foi uma ladeira sem fim, horas gastas em frente a televisão e muita, mas muita mesmo, história para contar, vivi tantas vidas quanto consigo me lembrar, e quer saber? É muito bom não ser a si mesmo!
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