Análise: Horizon Chase Turbo, e quem foi que disse que o que já era perfeito não pode melhorar?

Essa semana, mais precisamente no dia 28 de novembro, o super jogo de corrida Brasileiro Horizon Chase Turbo ganhou suas versões para Nintendo Switch e Xbox One, e estamos aqui para analisar as melhorias apresentadas, jogabilidade em um console portátil e claro, ter o prazer de falar um pouco mais desse jogo. Porque lembramos a vocês leitores, que além do nosso dever profissional, de mantê-los por dentro do mundo dos games com notícias, análises, etc., nosso intuito é também que vocês joguem jogos bons, que passem por essa experiência… e Horizon Chase Turbo precisa estar sempre em evidência para lembrá-los que deve ser jogado, e agora com a oportunidade de ter a opção de multiplataformas!

Novidades

Como noticiamos aqui, as novidades do jogo basicamente são: 6 novas pinturas para cada carro do jogo; um novo carro especial para os “BR da zueira” (sensacional)-  e novo modo de jogo, o Playground.

Parecem poucas as mudanças, mas preciso descrever a sensação de que, por mais simples que pareça, você customizar seu carro com cores novas faz MUITA diferença! Ponto muito positivo nas novas versões. O carro novo é o “carrão da firma” , hilário, pra quem acompanhou a jornada do “quem corre mais um Uno a 80 km/h ou uma Ferrari a 80 km/h” irá se lembrar como isso se tornou popular e “zueiro” em nosso Brasil. Então não há palavras para a ousadia e coragem em trazer uma piada moderna da internet e adicioná-la ao jogo – e é claro, é um carrão imbatível, todos sabemos disso!

O modo playground é uma verdadeira loucura, uma espécie de torneio onde além do desafio de vencer, você sempre irá de deparar com alguma coisa “estranha” para te desafiar mais ainda: mudanças no clima, nitros infinitos, pistas espelhadas, etc.. O jogo que já tinha muitas modalidades consegue inovar mais ainda, e apresentar mais opções de divertimento.

A experiência

Como vocês sabem, já fizemos a análise do jogo no seu lançamento no PS4, você pode vê-la clicando aqui. E já havíamos classificado como um 5/5, infelizmente a regra é essa, não podemos fazer 6/5. E por que digo isso? Porque ele ficou ainda melhor! Sou fã declarado do estilo, apaixonado pela franquia Top Gear (Snes) por exemplo, adoro as músicas compostas pelo Barry Leitch. Isso já é fato. A impolgação se renova pelo simples fato que não preciso esperar chegar mais em casa pra jogar, agora jogo na rua, metrô, ônibus, onde eu quiser com a versão portátil no Nintendo Switch. Vale lembrar que já havia essa possibilidade pois é um jogo originário do mobile, porém a experiência em um console é diferente para algumas pessoas, entre elas: eu.

A jogabilidade, desafio, gráficos e mecânica sem mantiveram perfeitas, tudo como já mandavam as versões anteriores, uma portabilidade de sucesso! Algo que percebi ao jogar a versão de PS4 e a nova versão do Switch que ainda não tinha visto pelo menos de forma oficial a mudança, foi que no gameplay do PS4 precisei evoluir muito no modo de jogo “Volta ao mundo” para liberar outros modos, entre eles o “Torneio”. Já na versão do Switch, logo após finalizar o país do Chile já abriu a opção de disputar os torneios, que são ótimos por duas razões básicas: desafiador (4 modos de dificuldade) e a cada torneio vencido você libera mais um carro. Ainda não estou com o Carrão da Firma, mas acredito que é o caminho mais curto.

Conclusão

Horizon Chase Turbo, como fiz questão de mencionar acima, sempre será um jogo que a cada nova notícia, cada update, faremos questão de celebrar aqui! Porque ele é especial, é bom, é brasileiro, desenvolvido por uma equipe fantástica, que inclusive você pode conferir nossa entrevista com Sandro Manfredini na BGS clicando aqui. A sensação é que a Aquiris Studio colocou todo o carinho possível para trazer a nostalgia de volta e ainda com pensamentos modernos, desafiador e divertido. Um jogo para jogar sozinho, com a família, amigos, em festas, onde estiver. E essa é nossa recomendação: Jogue!

notas

Publicado
Saudosista apaixonado por quase tudo que é antigo: games, música, costumes, ele mesmo e o único titulo brasileiro do time de coração Atlético-MG. Fã de RPG e jogos de luta, jura que fazia fila no fliperama na década de 90.

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