Apex Legends: A Blizzard iniciou uma fase fantástica de inclusão nos games!

Bom vocês sabem que eu, como LGBTQ+, sou totalmente enturmado nessa história de inclusão e sempre acho que quanto mais melhor, e claro, também sou crítico, não vou dar meu pink money para qualquer empresa que decida colocar personagens LGBTQ+ sem motivo algum, apenas para falar que é uma empresa “prafentrex”.

Mas ultimamente as empresas tem me surpreendido, a Blizzard com seus personagens como Tracer, Symmetra e recentemente a confirmação de Soldier 76, sendo assim LGBTQ+, Autista e LGBTQ+ respectivamente, iniciou  uma nova fase nos jogos triple A, sendo que isso já era uma realidade nos arredores dos mundo geek/nerd, em quadrinhos, livros e outros conteúdos.

Não deve ser fácil para estas empresas, uma vez que o mundo geek/nerd já vem de uma cultura bem machista. É muito fácil procurar qualquer noticia que envolva este universo com inclusão, e olha que nem precisa ser a inclusão LGBTQ+, podem ser coisas bem banais como a troca do sexo de um personagem aclamado, uma protagonista feminina, um protagonista negro(a). Essas coisas que nem deveriam entrar em pauta, causam uma grande avalanche de haterismo por parte dos nerds “tradicionais”.

Mas meuza.mygos os tempos mudam, e Odin tem abençoado cada vez mais a cabeça dos desenvolvedores, que tem entrado e engajado cada vez mais na nossa causa, e quando eu falo causa, falo sobre representatividade, seja ela onde e como for.

Jamais vou esquecer dos comentários que li quando a nova Lara Croft foi anunciada, “perdeu toda a feminilidade”, “não é mais minha musa”, “Lara Croft é gostosa, essa daí não dá nem para o cheiro”, entre outras absurdidades. Em contrapartida fiquei extremamente feliz com a Square Enix por ter mantido a personagem como estava, não se rendendo ao fan service. Claro, tem muitas coisas que poderiam ser melhores em termos de personalidade para a garota, mas ela foi renovada e pelo menos uns 80% foi aprovado por meu senso crítico.

Bom, desculpem o desabafo mas todo eu estou aqui para falar realmente de ApexLegends e seu leque de personagens que anda crescendo e me prendendo a atenção. Confesso que ainda não “jogueeeeeei” o suficiente do jogo, as coisas ainda são confusas para mim, não venho de uma cultura Battle Royale, mas me aventurei para poder falar minimamente da lore do jogo.

A Respawn já confirmou que dentre os 8 personagens já disponíveis, temos 2 que são LGBTQ+ sendo eles Gibraltar e BloodHound.

Gibraltar, the Shielded Fortress tem em sua lore, um excerto falando sobre o processo de quando se deu conta do quão importante era proteger as pessoas, quando ele e seu namorado roubaram a moto do pai de Gibraltar e acabaram se acidentando, sendo salvos pelo seu pai, que no processo perdeu um braço.

Já Bloodhound, the Technological Tracker é um assassino armado da cabeça aos pés, pouco é sabido dele, ninguém jamais viu sua face, e em uma entrevista ao Rock Paper Shotgun o gerente de comunidade Jay Frechette, confirmou que Bloodhound não se identifica com nenhum gênero, ou seja ele é não binário.

Bangalore, the Professional Soldier nasceu em uma família militar, é a caçula da familia, mas uma soldado excepcional, a primeira dos alunos de sua sala, sendo a unica capaz de desmontar uma Peacekepper, equipar com um acelerador de precisão e remontar em 20 segundos vendada, uma das protagonistas negras junto a Lifeline.

E por fim Lifeline, the combat Medic nasceu e cresceu em uma família rica de especuladores de guerra,  ela fugiu e se alistou ao Frontier Corps quando descobriu os danos que sua família causou durante a guerra, desde então ela devota sua vida a salvar pessoas.

E é isso meus amigos, eu estou muito ansioso com essa nova leva de games inclusivos e que cada vez mais as pessoas possam se sentir representadas, o que vocês acham disso?

Câmbio, desligo!

Publicado
Gamer, Gaymer e muito orgulhoso! Descobri os videojogos com 7 anos de idade, de lá para cá foi uma ladeira sem fim, horas gastas em frente a televisão e muita, mas muita mesmo, história para contar, vivi tantas vidas quanto consigo me lembrar, e quer saber? É muito bom não ser a si mesmo!

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