Análise: Darksiders Warmastered Edition também é uma boa opção no Switch

Darksiders Warmastered Edition ganhou sua versão para Nintendo Switch. O jogo já é um clássico em suas versões originais e também sua versão remasterizada. Mas vale a pena falar um pouquinho mais por que agora cai pra outro console, o Nintendo Switch, e justamente por se tratar do Switch precisamos falar um pouco da sua adaptação por um motivo principal: o Switch é um híbrido e Darksiders Warmastered Edition é um jogo de grande visual e um Hack’n slash. O que isso tem a ver? Explico a seguir.

Um breve resumo

O mundo de Darksiders tem os três grandes reinos que vivem em equilibro: O Céu, a Terra (reino dos homens) e o Inferno. A promessa era que após os sete selos serem quebrados, os três reinos iriam entrar em guerra até que houvesse um novo equilíbrio nas forças.

Com isso em mente, Guerra, um dos 4 cavaleiros do apocalipse, é invocado a Terra para entrar em combate. Porém, ele não encontra nenhum de seus irmãos. E as estranhezas não param por aí, pois Guerra logo descobre que os sete selos ainda não foram quebrados. Depois de ser derrotado em batalha, ele é submetido ao conselho e é acusado por crimes que não cometeu.

Agora passando por provação do conselho, cabe a Guerra limpar seu nome procurando pelo Destruidor que tomou conta da Terra e erradicou sua vida.

Ponto alto

Quando cito acima a atenção dada a um jogo deste poderio (visualmente e mecânica acelerada) a um console híbrido é porque isso pode ter pontos bem positivos e alguns pontos de atenção. Vamos lá, o ponto mais alto é a surpreendente qualidade do visual na tela do próprio console, no seu modo móvel. O jogo fica muito bonito na tela pequena e não perde em nada se acoplado ao dock station na televisão. Óbvio que é um jogo de 2010, mas é também uma versão remasterizada (não tão necessária como você pode ler em nossa análise do jogo aqui), mas que contém gráficos melhorados e CGI’s avançados. E tudo fica muito bom na telinha do Switch!

Ponto de atenção

Assim como mencionei acima o fato de ser um hack’n slash poderoso pode causar algum desconforto também, justamento pelo formato do Nintendo Switch. Essa modalidade de game é muito dinâmica, necessita muita habilidade nos dedos e um controle de câmera para se obter sucesso.  Mas que fique claro, é um ponto de atenção e não um defeito, vai valer muito da experiência de cada um: em seu modo portátil é notório um certo desconforto nas mãos e uma certa dificuldade em controlar o jogo. Os botões do Switch não são tão ideais, acredito eu, para esse tipo de jogo tão rápido. Sabemos que existem vários títulos de sucesso para o console que também demandam agilidade e um bom controle de câmera, mas, nesse caso em específico, vale a pena pontuar: Recomendado um controle pró.

Está claro que o port é bem feito e abrange a vivência do jogo também para os donos do Switch, que muitos deles por sinal, podem não ter outros consoles ou não ter tido a oportunidade de experimentar o jogo em outras ocasiões. E se trata de um jogo que já tem seu legado e quase obrigatório para os fãs do estilo. O port acertou em cheio, mesmo com o ponto de atenção citado acima.

Conclusão

Darksiders Warmastered Edition continua sendo uma ótima opção e agora também disponível para os donos do console da gigante Japonesa. Essa geração já possui a trilogia e você, ainda por cima, no caso do primeiro jogo da série, pode carregá-lo no bolso. Um jogo que pode estar com você onde você estiver com seu Nintendo Switch. A versão agrada e é extremamente fiel a dos outros consoles. Vale a pena conferir – se ainda não tiver conferido em outra plataforma.

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game = [Análise: Darksiders ]

game = [Warmastered Edition]

info = [Lançamento: 02/04/2019]

info = [Produtora: THQ Nordic]

info = [Distribuidora: THQ Nordic ]

plataformas = [Nintendo Switch]

notaV2 = [7,0]

decisão = [Versão fiel e honesta]

texto = [Mais uma chance de jogar Darksiders]

texto = [ que agora te acompanha onde for]

positivo = [Qualidade no modo portátil]

positivo = [Port fiel as outras plataformas]

positivo = []

negativo = [Um port seco sem adições]

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Roberto Filho

Saudosista apaixonado por quase tudo que é antigo: games, música, costumes, ele mesmo e o único titulo brasileiro do time de coração Atlético-MG. Fã de RPG e jogos de luta, jura que fazia fila no fliperama na década de 90.
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