[Hands-on] Borderlands 3 agradará os fãs, mas não inova

Um dos grandes anúncios e lançamentos da 2K para este ano é o tão aguardado Borderlands 3 que tem uma base de fãs muito grande. Nessa E3 pude jogá-lo e deixarei minhas impressões abaixo.

A primeira coisa que me impressionou na demo foram os gráficos. O cellshading tão conhecido na franquia está muito bonito e deixa o mundo muito vivo. Como era de se esperar o jogo possui muito loot e é um festival de itens caídos. É possível abrir baús, matar inimigos e abrir coisas como armários e lixeiras e sempre encontrar items, munições e armas. Seguindo o esquema de RPG as armas tem raridades e cada uma é diferente da outra com dano, manuseio, quantidade de munição e por ai vai. Sempre deve ficar atento ao que está pegando e constantemente melhorar seu arsenal.

Sobre o gameplay, ele está bem polido, mas sendo muito sincero, ele não impressiona. É possível equipar duas armas e atirar em seus inimigos. Cada personagem terá uma árvore de habilidade e será possível sempre equipar duas habilidades, incluindo granadas e derivados, ou seja, terá que escolher se quer jogar granada em seus inimigos ou um especial. Cada personagem terá um especial próprio e também será possível evoluir as habilidades. Como só joguei com um personagem, fica difícil avaliar sua variedade. Pelo menos posso dizer que os diálogos e reclamações dos inimigos tem uma boa pitada de humor.

Ou seja, os fãs irão encontrar um jogo polido e sólido com gráficos agradáveis, muitas possibilidades, diálogos engraçados e inimigos únicos. Inclusive o chefão da demo era muito interessante, pois ele controlava diversas caixas de sons gigantes e ele as ativava enquanto batalhava com ele. Infelizmente o jogo não traz nenhuma grande novidade, somente mecânicas sólidas que vemos em diversos jogos. Por fim, a demo estava um pouco fácil, espero que seja possível ajustar isso no futuro, pois foi um passeio no parque.

Borderlands 3 será lançado para PS4, Xbox One e PC via Epic Games Store no dia 13 de Setembro.

Publicado
Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.

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