[Hands-on] Doom Eternal volta mais frenético e difícil do que nunca, mas performance preocupa

Quem me conhece sabe que sou muito fã de DOOM e amei muito o novo jogo dessa geração de 2015. Quando soube que DOOM Eternal estaria presente nessa E3, eu fiquei com sangue nos olhos para jogá-lo. Após de algumas tentativas frustradas, fiquei muito feliz de ter a oportunidade de jogá-lo na Microsoft Showcase. Então, vamos ver o quão sanguinário e destruidor está o DOOM Slayer!

Quem jogou o primeiro jogo, sabe que DOOM é focado em muita ação, armas insanas e muito rock. Doom Eternal expande essa fórmula ainda mais. E a demo disponível foi muito bem feita, pois foi possível testar muitas fases e muitas novas armas. Dentre elas tem o novo gancho que é possível grudar nos oponentes e utilizá-los como uma plataforma. Diversas outras armas também ganham novas utilizações em seus modos secundários. Existe o raio concentrado, a bomba que gruda, um raio que carrega os inimigos até explodirem e muito mais. Além das armas e de suas utilidades secundárias, é possível jogar a granada e utilizar a motosserra (já presente no último jogo), como existe a novidade de queimar seus inimigos ou até realizar glory kills consecutivas te dando uma espécie de “socão poderoso”. Cada tipo de morte irá te dar mais vida, armadura e balas. Caberá a você saber como controlar o tipo de morte para estender sua vida.

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Mas não pense que é algo fácil não. DOOM Eternal voltou muito mais difícil do que antes e com muitos novos inimigos. Eles irão te perseguir, criar campo de força e barreiras para atrapalhar sua movimentação, voar, se teletransportar e muito mais. É normal ter vários cenários completamente poluídos de inimigos e sofrerá muito para matá-los. Para te ajudar nessa tarefa, será possível utilizar o dash duplo que melhora a travessia na fase assim como pular em diversos tipos de plataformas e passagens dimensionais. A movimentação é mais fundamental do que nunca em DOOM Eternal.

Algo que me impressionou foi a a quantidade de mortes possíveis de seus inimigos e a qualidade de detalhe na destruição. É absolutamente divertido você finalizar os inimigos com as mais variadas e insanas mortes. Além disso, pude perceber que ao atirar no inimigos você vê que eles estão sendo machucados. Pedaços de pele e carne irão cair enquanto os inimigos são atacados compulsivamente por você. Além desse detalhe, será possível destruir partes específicas para tirar o poder de fogo do adversário. Fica aqui meu parabéns para a equipe que trouxe diversos novos inimigos completamente originais. Tive que suar e morrer muito para entender o padrão de cada um.

De forma resumida, DOOM Eternal expande o que DOOM criou em 2015. Mais inimigos, mais armas, mais mortes gloriosas, mais desafios, sessões de plataforma, mias detalhes e muito mais. A única coisa que me preocupou é que quando estava jogando e tinham MUITOS inimigos na tela, o framerate caia consideravelmente atrapalhando a experiência do jogo. E não eram pequenas quedas não, parecia aquela apresentação de power point. Ao final da demo, conversei com o desenvolvedor e ele falou que já estão cientes disso e que vão trabalhar para acabar com esse problema.

DOOM Eternal será lançado para PS4, Xbox One e PC no dia 22 de novembro desse ano.

Leonardo Coimbra

Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.
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