Análise: Dragon Quest HD Switch

Um pouco de mago e muito de herói!

Fly, Fly, Fly, quero a paz que o inimigo destrói, Fly, Fly, Fly, um pouco de mago e muito de herói! Certeza que os mais saudosistas (e velhos) lembram dessa abertura de uma anime dos anos 90, este anime, aqui conhecido com Fly, o pequeno Guerreiro, na verdade é uma animação baseada em Dragon Quest!

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Sim, publicado na Shonen Jump no ano de 1991 ganhando no ano seguinte uma animação pela Toei Animation, com 46 episódios, originalmente Dragon Quest – A Grande Aventura de Dai, sim Fly é o nome traduzido, foi exibido pelo SBT aqui no brasil nos anos 90.

Dito isso, Dragon Quest é uma franquia da Square Enix, que tem tanta importância quanto Final Fantasy, se encontra em 11º, e recebendo remaster de seus games antigos! Recebemos os 3 primeiros para avaliarmos, farei os 3 separados ressaltando seus pontos de relevância.

Começando pelo 1º, que foi lançado em 1986 para Super Nes, e foi portado para o ocidente em 1989 sob o nome de Dragon Warrior

Ambientação

Dragon Quest 1 não é lá conhecido pela trama, pois não poderia ser mais simples, você é o descendente do grande herói Loto, todos o reconhecem como tal. E sua aventura começa quando o Dragon Lord, o grande vilão, rapta a princesa de seu reinado.

Ao caçar o Dragon Lord pelo reino você é apresentado a uma trama muito maior, pois este está em posse de um artefato capaz de acabar com o mundo o Orb of Light, e cabe a você descendente de Loto, acabar com os planos do Lord do Mal!

Mecânica

Como Dragon Quest é um dos primeiros, aqui ainda estavam desenvolvendo o sistema de turnos, temos um sistema que se tornou uma marca registrada, as batalhas! As batalhas de Dragon Quest por muitos anos foram desenhadas da mesma maneira desde então.

Andando pelo mundo as batalhas são randômicas, e logo ao entrar somos apresentados ao inimigo e ao menu de batalha. No menu temos as coisas básicas de um jogo de RPG, Ataque, Magicas, Itens, Correr etc., uma vez escolhido, o alvo e as ações se dão em ordem de Agilidade, do mais alto para o menor.

Não espere complexidade, o jogo é bem simples, as mágicas são aprendidas por level, inclusive.

Conclusão

Bom, se você gosta de um RPG com um nível de dificuldade elevado, mas ao mesmo tempo extremamente casual, essa coletânea pode ser perfeita para você – este primeiro tem um certo feeling de Dark Souls.

Me explico: o jogo começa exatamente na frente do rei que fala sobre o sequestro da princesa, e é isso, GG, vai lá e faz o teu nome campeão. O mundo tá abertasso para ti, faz o que achar melhor.

E é ai que mora o perigo, você tá la de boas enfrentando uns slime, dá dois passos numa floresta e pronto aparece um inimigo que te dá OHKO (One hit KO ou Um Hit nocaute), mas a parte boa é que o respawn é diante do rei e sem perda alguma, você conserva o nível, dinheiro e itens.

É importante ressaltar que para um por ser um port, e apesar de ser otimizado a unica coisa que compensa MUITO são os gráficos, pois consegui sentir uma leve lentidão em todas as vezes que andava pelo mapa uns frames meio “cagados” mas nada que me tirasse da experiencia, no modo tablet era ainda mais sensível.

É isso pequeno padawan… digo Pequeno guerreiro do Dragão, logo menos voltamos com a análise do 2 título da franquia!

Cambio, desligo!

Dragon Quest I HD

Visual, ambientação e gráficos - 7
Jogabilidade - 5
Diversão - 8
Áudio e trilha-sonora - 7
Fator Replay - 7

6.8

Vale pelo saudosismo

Dragon Lord nunca será o Headler! (essa é só para quem viu a animação)

User Rating: Be the first one !

Paulo Everton

Gamer, Gaymer e muito orgulhoso! Descobri os videojogos com 7 anos de idade, de lá para cá foi uma ladeira sem fim, horas gastas em frente a televisão e muita, mas muita mesmo, história para contar, vivi tantas vidas quanto consigo me lembrar, e quer saber? É muito bom não ser a si mesmo!
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