Análise: Dragon Quest II HD Switch

Um pouco mais de densidade para a saga

Já abri o post anterior com a abertura de Fly, o pequeno Guerreiro e não vou ser clichê ao ponto de fazer isso aqui novamente… mentira vou sim, hahaha brinks o dono do site me açoitaria, mas se quiser relembrar.

Análise Dragon Quest HD

Mas fora as brincadeiras, vamos ao que interessa, aqui em Dragon Quest II Luminaries of the Legendary Line, vemos uma grande evolução promovida pela Chunsoft. Temos uma equipe maior para jogar, e mesmo as hordas de inimigos, são maiores.

Infelizmente nenhuma das corriqueiras “facilidades” que a Square Enix costuma colocar em seus remasters como, aumentar velocidade, Dinheiro, ou Status infinitos etc. nenhuma dessas veio para os ports (Dragon Quest I, II e III), o que me deixou meio triste, mas bora ver o que eu achei do segundo game da série!

Ambientação

Acho importante ressaltar que ao jogar o Dragon Quest II eu percebi que havia algumas similaridades com o primeiro episódio, obviamente não é a primeira vez que jogo o titulo, já joguei no Snes mas era uma criança, portanto nem tinha conectado os pontos.

Conectando os ponto e com um pouco de pesquisa descobri que o segundo episódio de DQII acontece a 100 anos após o desfecho de DQI, a história começa em Moonbrooke, o castelo é atacado por Hargon um mago maléfico que visa reviver o demônio Malroth para destruir o mundo.

Um sobrevivente do ataque consegue fugir e vai em direção a Midenhall, a cidade natal do nosso protagonista que é o Príncipe da cidade e também descendente de Erdrick o lendário guerreiro! Em Midenhall o soldado fugitivo consegue explicar para o Rei a situação e pede ajuda logo antes de morrer.

Você, o príncipe, o herói do game, parte então de encontro com seus 2 primos, o Príncipe de Cannok e a Princesa de Moonbrook. Tão logo que se reúne ao príncipe de Cannok vocês partem para Moonbrook temendo o pior.

Ao chegar em Moonbrook seus pesadelos se tornam realidade e a cidade está devastada depois do ataque de Hargon, mas por sorte sua prima é encontrada, porém na forma de um cachorro. e é com esse pano de fundo que os 3 partirão em uma caçada contra Hargon para impedir seu plano!

Mecânica

Aqui não tenho ha nenhuma grande novidade, continua o mesmo modelo de batalha, por turno, onde só vemos os inimigos e escolhemos as ações num meu suspenso, os personagens agem de acordo com o status AGI, iniciando do mais alto para o mais baixo.

Magias continuam sendo aprendidas por nível, como no anterior e todos os personagens podem equipar qualquer arma e armaduras. Como citado na introdução diferente do 1º game aqui temos mais de um personagem no time. Os grupos de inimigos também são maiores.

Conclusão

Consegui me divertir muito mais com este capítulo da trilogia, sim o 2º segue a saga dos descendentes de Erdrick, o mundo é mais “populado”, as cidades um tanto maiores e com mais coisas para fazer.

Como mencionado acima não temos as “melhorias” que Square Enix coloca em seus remasters, mas mesmo assim o trabalho de otimização dos gráficos está belíssimo. Mas ainda assim no modo tablet eu senti uma leve queda de FPS quando me movimentava no mapa, mas nada que atrapalhasse a experiencia.

Minha avaliação sobre o remaster num geral foi impactada de forma positiva e me deu um gás novo para continuar essa trilogia e descobrir o que será do mundo e dos descendentes de Erdrick.

Nos vemos no Dragon Quest III, cambio, desligo!

Dragon Quest II

Visual, ambientação e gráficos - 7
Jogabilidade - 5
Diversão - 8
Áudio e trilha-sonora - 7
Inovação - 5

6.4

Agora temos uma história

Uma experiencia melhor que o DQ I definitivamente revisito um dia esse game!

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Paulo Everton

Gamer, Gaymer e muito orgulhoso! Descobri os videojogos com 7 anos de idade, de lá para cá foi uma ladeira sem fim, horas gastas em frente a televisão e muita, mas muita mesmo, história para contar, vivi tantas vidas quanto consigo me lembrar, e quer saber? É muito bom não ser a si mesmo!
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