Análise: Dragon Quest III HD Switch

Finalmente o desfecho! Ou o Inicio?!?!

Dragon Quest III: The Seeds of Salvation é o ultimo game da primeira Trilogia Dragon Quest, RPG clássico em turnos feito pela Chunsoft e distribuído pela Square. Eu que já havia jogado os dois anteriores estava ansioso para chegar ao terceiro. Quer lembrar minhas opiniões sobre os dois primeiros episódios? Confira nos links abaixo.

Análise Dragon Quest HD Switch
Análise Dragon Quest II HD Switch

Fechei DQ e DQ II, e a história estava muito bem contada, contada bem até demais, e com uma pulga atras da orelha por conta do final do Dragon Quest II, mas, spoiler sobre isso estará na sessão de ambientação.

Num Geral a trilogia é uma aventura rápida, creio que todos os jogos não me tomaram mais de 50hs, e olhem bem, eu jogo RPGs de forma muito tradicional, gosto de explorar todo canto possível, mas vamos lá ao review.

Ambientação

Desta vez você será o príncipe de Aliahan, filho do rei Ortega, como de costume o nome é escolhido pelo player, e a unica informação maior é que você deve salvar o mundo do demônio Baramos, para tanto pegue seus equipamentos, forme uma party e explore o mundo.

A partir dessa linha podem haver Spoilers, então leia a seu próprio risco:

Se aventurando no mundo eu comecei a perceber que certos “eventos” que já haviam acontecido nos games 1 e 2 estavam acontecendo “de novo”, e comecei a me questionar se na real, não era uma PREquel, até que me deparei com o Herói da lenda Loto, e fui para a internet ver se eu tava certo.

Xablau! Sim, Dragon Quest III é ambientado antes dos 2 primeiros episódios e foi muito prazeroso descobrir isso por mim só por isso eu gostaria que quem ainda não jogou e pretende, que não tenha lido essa parte.

Fim dos Spoilers

Mecânica

Aqui podemos ver como a Chunsoft passou a se preocupar com o jogador, facilitando e muito o trabalho de buscar uma party, pois pela primeira vez nos games de RPG, sim a primeira (eu pesquisei pois achei muito peculiar) podemos escolher a classe dos nossos parceiros de equipe.

Sim, Dragon Quest III influenciou toda a revolução nos jogos de RPG com as “jobs”. A Square poucos anos após o lançamento do game, portou essa mecânica para os jogos da franquia Final Fantasy. E cada classe em DQIII é de extrema importância.

Minha party não sobreviveria nada se não fosse o Priest e o Warrior. O Priest curando o time quando necessário e o Warrior garantindo o dano massivo, no restante o jogo é completamente comum aos jogadores de RPG, jogo por turnos.

Batalhas aleatórias no mapa que transportam o player para a arena de batalha, tradicionalmente em DQ (por muitos anos) não é possível ver seus personagens durante a batalha, escolhe-se a ação e quando todos personagens tiverem escolhido o que fazer, o jogo começa a distribuir as ações por Agilidade, agindo primeiro os personagens ou inimigos com os maiores números.

Outra coisa interessante aqui em DQIII é que a Party é meio que fixa, digo, a pool de personagens fica na cidade de Aliahan, então sempre que quiser trocar seu warrior por um monk ou por um Priest, é necessário visitar a cidade e falar com um NPC específico (o que as vezes me deixava cansado e mantinha a party por muuuuuito tempo sem mexer).

Conclusão

Com o descobrimento desse spoiler acima (e por favor se você não jogou a trilogia, não leia), essa trilogia tomou meu coração, não é o jogo mais simples, nem o mais divertido de jogar, mas se você joga RPGs por conta de história, essa trilogia pode te surpreender.

A mídia Física ainda está bem cara (por volta de R$260) para um HD desse porte, mas se você puder dispender, e curte RPGs, faça, você não se arrependerá!

Retro, mas com gostinho de novo

Visual, ambientação e gráficos - 6
Jogabilidade - 8
Diversão - 7
Áudio e trilha-sonora - 6
Linearidade histórica - 9

7.2

Valeu a pena, Ehhh Ehhh

Uma bela trilogia com uma história cativante

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Paulo Everton

Gamer, Gaymer e muito orgulhoso! Descobri os videojogos com 7 anos de idade, de lá para cá foi uma ladeira sem fim, horas gastas em frente a televisão e muita, mas muita mesmo, história para contar, vivi tantas vidas quanto consigo me lembrar, e quer saber? É muito bom não ser a si mesmo!
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