Análise: Missile Command: Recharged um clássico muito fiel

A Atari fez um jogo tão fiel ao original que esqueceu de inovar em algumas coisas.

Quando falamos de clássicos,sempre lembramos primeiramente dos famosos PAC-MAN, Mario, Tetris, Pitfall entre outros. Só que existem também alguns outros clássicos que jogamos mas que talvez não tenha sido tão marcante a ponto de guardar os nomes, só que o fato de não saber nomeá-los não quer dizer que não lembramos. E é aqui, justamente aqui, que entra o Missile Command.

Vou refrescar a sua memória e tenho certeza que se você não jogou Missile Command, com certeza já viu. Com certeza todo o ser humano do planeta terra já assistiu o Exterminador do Futuro 2 certo? Então, nele tem uma cena em que aparece o John Connor jogando esse clássico.

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E a história de Missile Command?

Ele foi um dos primeiros jogos da Atari, e que fez bastante sucesso entre os jogadores da época devido à proposta interessante que o jogo possuía. O ano? Estamos falando de 1981, o ano quem nem esse que vos fala havia nascido, sendo lançado para o famoso Atari 2600.

Na versão do console brasileira o jogo já vinha embutido no Atari.

Desde o lançamento até os dias atuais, existem vários jogos que tentaram copiar a ideia sem muita relevância, mas foi aí que a Atari resolveu lançar a nova versão de Mission Command: Recharged.

E como funciona?

A premissa do jogo é bem simples o que torna essa análise bem curta inclusive. Você é responsável por defender uma cidade que está sofrendo um ataque de mísseis utilizando suas defesas anti-aéreas. Então basta mirar em um ponto para que os mísseis se encontrem que você conseguirá interceptar o míssil inimigo evitando assim a destruição da sua cidade.

Na versão mais nova, ele não foge da fórmula do sucesso de 1980 e apresenta ainda alguns novos recursos, Existem alguns buffs que facilitam as coisas, como mísseis mais rápidos, ou uma grande bomba que explode todos os ataques inimigos que estiverem na tela de uma vez.

Ao fazer pontos você tem um sistema de atualização das suas armas, como o aumento do campo de explosão, a velocidade entre os disparos de mísseis, mas isso é muito pouco para um “remake” tendo em vista as evoluções de jogos como Tetris e Pac-Man.

Falando de gráficos e sons…

Na parte gráfica, o avanço lhe fez bem. Os visuais agora são bem nítidos e os brilhos utilizando cores fortes dão um certo ar de modernidade a esse jogo de estilo bem antigo.

Já na trilha sonora a música ficou bem interessante, sem deixa de remeter ao ambiente de 1980 para você realmente voltar no tempo ao jogar. Os efeitos sonoros seguem o mesmo estilo dos fliperamas da época.

Você pode conferir do que eu estou falando nesse trailer do jogo.

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Conclusão

O Missile Command: Recharged é uma recriação bem fiel a premissa do primeiro lançamento de 40 anos atrás, destacando-se visualmente, trazendo um visual retrô mas bem moderno. Com algumas poucas mudanças, como as atualizações e upgrades nas armas ele ainda mantém a fórmula original do jogo, mas também fica aquele sentimento forte de que não mudou praticamente nada, sendo esse esforço em re-lançar o clássico muito pouco para realmente agradar os fãs.

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Missile Command: Recharged

Visual, ambientação e gráficos - 7
Jogabilidade - 5
Diversão - 5.5
Áudio e trilha-sonora - 6.5

6

Bom

A Atari errou um pouco em fazer um jogo tão "fiel" ao original e esqueceu de adicionar um pouco de criatividade ao remake deixando o jogo muito mais do mesmo.

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Felipe Cabral

Querendo ser o melhor em tudo não consigo ser bom em nada. Totalmente viciado em games desde a infância e fã de grandes títulos como Chrono Trigger, The Witcher 3 e Last of Us. Adora um desafio e sustenta com orgulho suas platinas em jogos como Bloodborne e Dark Souls.
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