Análise: Ghostrunner no PS5 pode impressionar jogadores

120 fps nunca decepcionam...

Ghostrunner foi desenvolvido pela One More Level com a 3d Realms e lançado, primeiramente, em 2020 para PC. Nele você estará em um mundo futurista Cyberpunk onde deverá, sozinho e munido de sua Katana, dar saltos de palpitar o coração, eliminar centenas de inimigos e destruir uma corporação. Como prometido anteriormente, quem comprasse a versão de PS4 ou Xbox One, receberia a versão melhorada de nova geração gratuitamente. Então hoje estamos aqui para trazer a Análise Ghostrunner no PS5.

A Análise de Ghostrunner de PS5 foi feita graças a um código cedido pela distribuidora a qual agradecemos a parceria e confiança. Ghostrunner está com legendas e menus localizados para PT-BR.

Breve descrição do jogo

Como dito em nossa análise do jogo para PC, a história de Ghostrunner segue bastante o padrão do que é esperado em um jogo Cyberpunk. Você acorda sem consciência de quem é e sabe que está sendo perseguido. Seu único guia é uma voz em sua cabeça.

Essa voz é o grande arquiteto que foi traído por sua ex parceira Mara e agora ela domina toda a cidade da onipotente torre Dharma. Graças a resistência, você, um Ghostrunner, conseguiu voltar a vida e tentará mais uma vez salvar o mundo juntamente com o grande arquiteto.

A história é interessante e segue uma linha muito legal com os poucos personagens que aparecem incluindo a ótima dublagem do jogo e uma trilha sonora que te coloca no ambiente. Porém, como ele é mais voltado para a ação, o que realmente se destaca é a incrível ambientação que presenciara.

Aqui temos uma cidade de metal iluminada no melhor estilo Cyberpunk com diversos contrastes entre as luzes dessa cidade metalizada e os muitos trechos escuros. A ambientação é impecável e esse é um dos jogos mais bonitos que já vi.

Ghostrunner na nova geração

Importante começarmos dizendo que apesar de focarmos aqui na análise de Ghostrunner no PS5, tudo quase tudo que dito aqui pode ser replicado para a versão do Xbox Series, tirando a parte do Dual Sense.

As versões de Xbox Series e PlayStation 5 de Ghostrunner dão suporte para Ray Tracing (Usando o modo fidelidade), áudio 3D, resolução 4K, a possibilidade de jogar em 120FPS e carregamentos mais rápidos.

E aqui tudo funciona como deveria funcionar. É sempre incrível ver algo rodando em 4k/120fps e esse foi o modo que escolhi para jogar um jogo tão frenético como Ghostrunner. Pensando em zerar o jogo e entrar nos desafios, não entenderia alguém usar o modo Fidelidade. Mas com certeza indico que você visite o modo para ver os lindos cenários e luzes de Led de Dharma.

Desde o lançamento em outras plataformas no ano passado, Ghostrunner adicionou uma variedade de modos extras e opções. O modo assistência, por exemplo, permite que você jogue com mais tempo de câmera lenta (bullet-time), ou tome um golpe extra antes de morrer. Mas outros dois modos chamam mais atenção, são eles: Corrida Mortal e o Modo de Levas.

No Corrida mortal você tem um tempo limitado para concluir o nível, quanto mais inimigos e itens você coleta, mais tempo você ganha no cronômetro.

Já no Modo Levas, temos aqui o famoso modo de hordas onde 20 ondas (ou levas) serão lançadas ao jogador e a cada leva conquistada você tem direito a pegar uma melhoria. Essas melhorias são aleatórias então imagine aqui um pequeno modo Roguelike dentro de Ghostrunner para a nova geração.

Falando do Dual Sense, a nova tecnologia do console da Sony é usada mas de maneira tímida. O feeback háptico existe mas nada que fuja muito do que já conhecemos nem usado de uma maneira inovadora. É normal esperar isso de um jogo multiplataforma, mas é importante pontuar para quem está atrás de jogos que usam mais as possibilidades de um controle tão espetacular.

Conclusão da Análise Ghostrunner de PS5

Ghostrunner conseguiu trazer sua ambientação excepcional para os consoles de nova geração e tem uma performance digna para um jogo tão frenético e com movimentos rápidos. Esse também continua sendo um problema nos consoles, já que o jogo é de altíssima precisão e nos joysticks poucos são tão habilidosos como no teclado e mouse. Então prepare-se para morrer bastante!

Se você curtiu o jogo na geração passada, os modos adicionais e performance alcançada na nova geração vale a revisitada à Dharma. É impressionante o trabalho feito para o jogo atingir os 120fps e essa é, sem sombra de dúvidas, a maior vantagem deste upgrade gratuito.

Essa análise segue nossas diretrizes internas. Clique aqui e confira nosso processo de avaliação.

Bruno Degering

Gamer há tanto tempo que usa consoles como referência cronológica para lembranças de sua vida. Amante de Mega Man, Resident Evil e Warcraft. Se gaba por ter zerado Battletoads aos 9 anos mas abandonou Bloodborne com 26.
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