Análise: Big Brain Academy – Brain vs. Brain

Pronto para colocar seu cérebro em teste?

Para fechar o ano de 2021, a Nintendo ressuscitou uma de suas franquias que faz sucesso mundo afora. Este é um jogo para aqueles que estão querendo sair um pouco do jogos usuais e estão em busca de um desafio cognitivo. Confira nossa análise de Big Brain Academy: Brain vs. Brain.

A análise de Big Brain Academy: Brain vs. Brain foi possível graças a um código cedido pela Nintendo, a qual agradecemos a parceria e confiança de sempre. O jogo não possui tradução para o português, o que é uma pena.

Uma franquia diferente do que conhecemos da Nintendo

A franquia Big Brain Academy foi apresentada ainda no Nintendo DS, tendo seu segundo jogo para o Wii e, agora, temos Brain vs. Brain para o Switch. Apesar de eu não ter jogado os títulos anteriores, fiz meu trabalho e pesquisei mais sobre os jogos anteriores. O que tenho a dizer é que por mais que as atividades aqui não sejam tão diferentes dos jogos anteriores, tudo está mais moderno e usando novas tecnologias presentes no Switch. O que acaba dando uma renovada para aqueles que conhecem a franquia – apesar de não achar que elas fizeram tanto sucesso em nosso país nos consoles anteriores.

Em Brain vs. Brain, temo um total de 20 atividades para escolher em diferentes categorias como: memória, análise, cálculo e percepção. Em cada atividade, dependendo do nosso desempenho, ganharemos uma medalha. Se conseguirmos uma medalha de ouro em todas as atividades, desbloquearemos um modo bem mais difícil e avançado. Esse é o fator replay para continuar queimando os neurônios.

Duelo de cérebros

O jogo está dividido em três modos principais :

  • Revisão – Para jogar as atividades separadamente e aperfeiçoar nossas habilidades;
  • Exame – Onde o Dr. Azo, um personagem, nos fará jogar uma atividade de cada categoria e nos dará uma pontuação dependendo de nosso desempenho;
  • Ghostly Battle – Onde podemos jogar contra os recordes de nossos amigos e inimigos outros jogadores ao redor do mundo, aqui temos um ranking mundial que é reiniciado a cada mês.

Fora esses três modos, também teremos à disposição um grande número de itens desbloqueáveis na forma de roupas para o nosso avatar. O avatar é bem customizável, você pode até mesmo escolher uma ocupação, saudação e tudo mais pra incrementar o roleplay.

A grande verdade é que a melhor parte de Brain vs. Brain é seu modo multiplayer local (até quatro jogadores, todos no mesmo console), que dá muita vida aos testes e está muito divertido e acessível. Eu só não posso concordar com sua descrição de jogo de família já que ele não possui tradução para nosso idioma e por isso pode deixar muita gente de fora ou, ao menos, em desvantagem.

Conclusão

Big Brain Academy: Brain vs. Brain é um bom jogo para quem sabe falar outro idioma. Se você curte o estilo e sabe pelo menos algo de algum dos idiomas que o jogo possui, com certeza irá se divertir. Se tiver alguém para competir com você o jogo chegará ao seu auge de diversão e se tornará algo memorável nas resenhas de amigos.

A Nintendo decidiu fechar o ano com um título diferente e que poderia sim ter uma atenção diferenciada do público brasileiro se tivesse ido um passo além e traduzido o jogo. O jogo é divertido, tudo funciona muito bem, o ranking é sim um fator interessante para os jogadores assíduos e entregará horas de desafios e sentimentos de conquista.

Big Brain Academy: Brain vs. Brain já está disponível e pode ser adquirido na Eshop Brasil.

Big Brain Academy: Brain vs. Brain

Visual, ambientação e gráficos - 7.5
Jogabilidade - 6
Diversão - 8
Áudio e trilha-sonora - 7.5

7.3

Bom

Big Brain Academy: Brain vs. Brain é um jogo divertido e cheio de desafios para jogar sozinho ou localmente com seus amigos, seu melhor modo. O jogo é um compilado repaginado dos jogos anteriores da franquia mas infelizmente não possui tradução para o português.

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Bruno Degering

Gamer há tanto tempo que usa consoles como referência cronológica para lembranças de sua vida. Amante de Mega Man, Resident Evil e Warcraft. Se gaba por ter zerado Battletoads aos 9 anos mas abandonou Bloodborne com 26.
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