Preview: Endzone – A World Apart te deixa tenso e tranquilo

Jogo entrou em Early Access e apresenta boas ideias

Endzone – A World Apart entrou em Early Access nessa semana na Steam e o jogamos para trazer nossas primeiras impressões deste que mistura gerenciamento de recursos e que temos que ter atenção para as necessidades de nosso povo.

Confira nosso preview abaixo e lembrem-se, ele foi lançado na semana desta publicação, então muita coisa será adicionada até ser lançado (ainda sem data confirmada).

Endzone – A World Apart

Endzone – A World Apart é um jogo no melhor estilo de gerenciamento de recursos que mescla o clássico Sim City com o ousado Frostpunk. Aqui a humanidade está tentando sobreviver em um mundo pós-apocalíptico onde houve uma guerra nuclear (um clássico).

Com o mundo destruído e radiação se espalhando, você deverá pegar seu grupo de sobreviventes e tentar construir uma nova cidade para que eles possam, quem sabe, viver em paz.

Aqui você iniciará com nada construido e deverá guiar sua população para dizer o que construir e onde trabalhar. No geral você terá uma grande preocupação, na verdade a de sempre me jogos do estilo: conseguir recursos. Dentre os mais importantes temos água e comida. Inicialmente muitos dos recursos (incluindo madeira e sucata) podem ser adquiridos de forma manual, porém, a ideia é que possa automatizar ao máximo suas operações.

A evolução é bem lógica e começa com casas e instalações menos complexas até construções como fábricas que necessitam de energia elétrica para funcionar.

Medindo a radiação

Na hora de fazer as construções, existem duas coisas que temos que ter atenção e que pode ser visto pelo mapa de calor:

  • A primeira é a própria radiação. Quanto mais radiação perto de você, mais irá usar seus equipamentos anti-radiação. Ou seja, existe a necessidade de planejar a rota ideal e se necessário mandar as pessoas tirarem os trechos com radiação.
  • A segunda coisa que deve se olhar é o quão molhado está o solo, afinal a plantação é uma forma sustentável e essencial para conseguir comida. Quanto mais molhada a terra, melhor para sua colheita.

E tanto a água como a radiação vem pela chuva, que acaba colocando um grande elemento de imprevisibilidade. Será que a chuva vem com muita ou pouca radiação? Ou nenhuma radiação? Só o tempo dirá.

O verdadeiro desafio é o crescimento da população

Sendo muito sincero, eu não me senti desfiado pela radiação em Endzone – A World Apart. Achei que ela poderia ter um impacto maior no seu dia a dia. Porém, um outro elemento acabou me deixando incomodado, as pessoas!

A lógica é a seguinte: Os adultos terão filhos e seus filhos eventualmente crescerão. Conforme sua população cresce, você deverá prestar muita atenção em suas necessidades como comida, água, ferramentas para o trabalho, casas para dormir e mais.

Esse acabou sendo o grande desafio para mim. Eu tinha um plano na cabeça de fazer uma construção “X” para ter mais opções. Mas com o crescimento populacional, a água estava acabando. Então alterei a produção de alguns itens e criei poços. Depois disso, o equipamento para novas construções estava no fim. Mais uma vez, alterei minha linha de produção e foco nas ferramentas. E isso continuou por um bom tempo até ter novas construções para essa nova população que não estava acostumado.

E temos que lembrar que para atender aos anseios da população em Endzone – A World Apart, temos que dar ordem a eles para onde trabalhar e como fazer. Então muitas vezes haverá um micro gerenciamento para tirar alguém da caça, por exemplo, para uma fábrica. Ir na sua recicladora e mandar fazer plástico ao invés de metal. Ou então eletrônicos para construções mais avançadas e etc.

O nível de gerenciamento de sua população e de seus itens fabricados é o verdadeiro desafio do jogo.

Um bom início, mas ainda falta caminho para Endzone – A World Apart

Eu gostei bastante dessa primeira visão de Endzone – A World Apart e ficarei atento para as novidades que o jogo for recebendo ao longo de seu desenvolvimento. Por custar menos de R$ 50,00, a compra vale sim a pena, mas ela se justifica somente se você quiser apostar e acompanhar o desenvolvimento deste jogo. Por enquanto ele possui apenas um modo de jogo, um modo livre, onde você tem pequenas recompensas quando alcança um marco do jogo. Mesmo tendo apenas um maneira de jogar, existem vários mapas e muitos níveis de dificuldade para te entreter por horas!

Leonardo Coimbra

Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.
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