Saiba tudo sobre Assassin’s Creed Origins: vazam muitas novas informações!

O próximo Assassin’s Creed, que supostamente se chamará Origins, ganhou muitos novos rumores e os detalhes que vazaram soam bastante animadores. Até hoje, além do possível nome, havíamos descoberto que o jogo se passaria no Egito e possivelmente na Grécia e que estaria sendo desenvolvido pelo mesmo time envolvido no incrível (e possivelmente melhor da série) Assassin’s Creed IV: Black Flag, o que por si só já era motivo para gerar ansiedade. No entanto tudo apontava que esse novo jogo traria de volta da navegação e que teria um mundo aberto 3x maior do que aquele que vimos em Black Flag, com os rumores prometendo uma experiência de mundo aberto ainda mais envolvente. A imagem abaixo supostamente seria a de um trailer que será veiculado durante a conferência da Ubisoft na E3 deste ano:

Assassins creed

Agora novas informações foram vazadas graças a um suposto desenvolvedor do jogo que teria surtado e jogado algumas novidades no 4chan (pra quem não conhece um famoso fórum da internet). Segundo essa pessoa as fotos do jogo foram vazadas de maneira proposital e eram verdadeiras. E a demo que será revelada na E3 deste ano – na qual estaremos presentes e atentos a todos estes detalhes – introduzirá o público a diversas novidades envolvendo Assassin’s Creed Origins. Vamos a elas:

Assassin’s Creed Origins não terá torres.

Nossa que bela novidade se for verdadeira! Segundo esse suposto desenvolvedor do jogo Assassin’s Creed Origins não apresentará aquele velho sistema de torres, no qual você tem que subir em inúmeras delas para abrir a visão das partes do mapa. No lugar disso entrará Akhom, uma águia que será a nova versão (muito melhorada) da Eagle Vision. Você usará Akhom, sua águia de estimação, para ver os pontos de interesse e abrir o mapa de uma maneira muito mais fluída, o que provavelmente vai servir muito bem à ambientação do jogo no Egito e que está de acordo com os rumores que dizem que o mundo de Origins será realmente aberto. Parece que o time por trás do jogo tirou essa ideia da águia do bom Far Cry Primal, não acham?

O jogo vai se passar no Egito antigo e será parte de uma trilogia

Ainda segundo o suposto desenvolvedor o game se passará por volta em algum momento entre 1400 e 1200 AC e será totalmente ambientado no Egito. No início o jogo se passaria tanto no Egito quanto na Grécia, mas segundo as informações ele estava se tornando grande demais e decidiram dividi-lo. Com isso teria surgido a ideia de se fazer uma trilogia, todas baseadas do mesmo protagonista, que aparentemente será um ex-escravo, inicialmente chamado de Shed. O segundo jogo do trio se passaria então na Grécia e o terceiro em algum lugar ainda não definido. Parece que o resultado vem ficando animador, já que a Ubisoft resolveu transformá-lo numa trilogia.

O combate será mais baseado em ser reativo do que em contra-ataques. Escaldas e corridas terão a mesma dinâmica vista em Unity e Syndicate.

Outra bela notícia pelo que parece ou ao menos uma mudança no ritmo das coisas. Correr pelo ambiente será semelhante ao que vimos em Syndicate, porém com algum floreio que lembra Watch Dogs 2 e de modo geral está muito fluído. Além disso o combate será modificado, e segundo o desenvolvedor maroto do 4chan ele será mais baseado em reatividade do que em aperto de botão. Os inimigos terão padrões de ataque mais diferenciados e tentarão te flanquear mais eficientemente. Parece que será o fim dos contra-ataques tão característicos da série, pois segundo as informações o combate será algo mais próximo do que foi visto em The Witcher 3, ou seja, mais dinâmico e vai requerer mais atenção ao que acontece à sua volta, mas será mais fácil de aprender do que o sistema de batalha de The Witcher 3.

A lâmina escondida estará de volta e as armas serão condizentes com o período histórico. O capuz poderá ser tirado e colocado à gosto

A lâmina escondida estará de volta em Assassin’s Creed Origins, em uma versão aparentemente mais arcaica e que vai demandar o corte do dedo anelar do protagonista. Além disso segundo o desenvolvedor que abriu o jogo no 4chan outras armas presentes serão arco-e-flechas, espadas, facas de arremesso e lanças e a ideia deles era dar ao jogador muitas opções, porém sem perder a fidelidade ao tempo histórico em que se passa o jogo, o que acabou por limitá-los na inclusão e outras armas no jogo. Acho que não veremos o lançador de cordas de Syndicate, afinal.

Além disso, parece que houve certa polêmica envolvendo o uso do capuz em alguns dos jogos passado, principalmente quando os jogadores era impossibilitados de usá-lo. E por isso a Ubisoft teria decidido incluir a opção de sempre se estar com ou sem ele.Parece bobagem não é? Mas da a entender que a empresa está mesmo disposta a gradar os fãs da série.

As roupas e armaduras vão variar e haverá árvores de habilidades

Nas palavras do próprio cara que vazou as informações “imagine a variação de equipamentos de Unity, porém sem tantas tranqueiras inúteis”. Isso foi o que ele respondeu a um usuário do forum sobre as armaduras e roupas de Assassin’s Creed Origins. Segundo ele existirão roupas pré-determinadas como sempre existem em todos os AC. No entanto haverá uma gama de equipamentos que poderão ser equipados em varias partes do corpo que entrarão por cima da aparência base do protagonista, alterando visualmente a aparência dele (nada foi falado sobre buff de defesa ou algo assim, ligado a esses equipamentos).

Além disso, nesta mesma resposta ele também comentou sobre as árvores de habilidade do protagonista. Haverá três segundo ele. Uma de Combate, uma de furtividade e uma de movimento e elas seriam bastante diferentes entre elas, criando muita variação. No entanto, haverá um limite de habilidades que você poderá ter ativas de cada vez. Isso me também acaba por fazer referência a The Witcher 3, mas isso é já um palpite desse que vos fala.

A furtividade será mais fluida com o ambiente, envolvendo mais a furtividade social.

Outras informações vazadas por essa pessoa da Ubisoft dão conta da furtividade presente no jogo. Segundo ele houve muito mais trabalho ao se pensar e implementar as sessões “stealth” do jogo, que vão envolver não somente o uso de objetos específicos como carroças e pilhas de palha, mas também elementos mais dinâmicos como quinas de parede, construções, arbustos e multidões. Segundo ele o aspecto social da furtividade estará muito mais presente no jogo e haverá muitos momentos em que será necessário se misturar em grupos de escravos e em multidões. Se pensarmos que o time por trás de Assassin’s Creed Origins é o mesmo por trás de Black Flag podemos dizer que os elementos furtivos serão de excelente qualidade, uma vez que este foi de fato o único jogo no qual eu realmente me senti capaz de passar despercebido e me divertir ao mesmo tempo.

Assassin’s Creed Origins não terá modo multiplayer

Isso mesmo. Se você é um dos fãs dos modos multiplayer de Assassin’s Creed essa notícia não vai te agradar. Segundo o dev do 4chan o alto escalão da Ubisoft definiu que o time deveria focar única e exclusivamente em entregar uma bela campanha singleplayer, completamente livre de bugs e problemas de formance e contendo uma história contundente e que pra isso deveriam deixar de lado completamente o aspecto multiplayer do jogo. Segundo ele a experiência multiplayer não está descartada para os jogos seguintes, mas com Origins parece que o foco é de fato em entregar um jogo que redefina a série onde ela sempre fez mais bonito: na experiência para um jogador.

Teremos locações tropicais e coloridas no jogo; navegação não significará combate naval; informações sobre Fast Travel.

Outra informação interessante. Segundo ele navegar será parecido com o que vimos também em The Witcher 3. O que significa que não haverá gameplay de combate naval, mas que haverá muita coisa para ser vista nas sessões navegáveis do mapa do jogo. Ele disse também que a Viagem Rápida estará presente no jogo mas que o mundo foi pensado para que os jogadores não sintam muita vontade de usá-la devido a tudo que há para se ver e fazer em cada parte dele. O que quer dizer que tanto em termos de beleza quanto em termos práticos será mais incentivado andar pelo mundo do que pular o caminho. E isso incluiria as partes navegáveis também.

Nessa linha ainda o desenvolvedor da Ubisoft disse que haverá muitas localizações de aparência tropical no jogo, mesmo com o game se passando no Egito, tendo ele destacado as miragens, os oásis e as muitas ilhas como lugares bastante cloridos do jogo.

Teremos um novo protagonista também nos tempos modernos e o Animus ganhará uma nova versão atualizada.

O vazamento do 4chan dá conta ainda de que teremos um novo protagonista nos tempos atuais. Ele não falou quanto tempo de jogo proporcionalmente esta personagem terá, mas disse falou em dois protagonistas para o game, um sendo o ex-escravo do Egito antigo e o outro sendo este dos tempos atuais. Ainda segundo as informações não haverá diálogos em outras línguas no jogo pois a nova versão do Animus de Assassin’s Creed Origins terá concertado essas falhas e todas as falas serão em inglês. (vamos torcer para a Ubisoft continuar com sua política de traduzir os jogos para o Português-BR).

Ainda nesse tópico vazaram também informações de que este novo protagonista dos tempos atuais não será mais apenas um funcionário da Abstergo, mas sim um assassino já treinado e habilidoso e que vai contar com a ajuda de velhos conhecidos da franquia. O que pode significar isso? Provavelmente mais ação nas sessões que se passarem contemporaneamente a nós, o que pode ser algo muito bom.

Assassin’s Creed Origins não terá versão para Switch. Lançamento ainda esse ano.

Ao que tudo indica o novo Assassin’s Creed não terá uma versão para Nintendo Switch pois o console simplesmente não seria poderoso o suficiente. O jogo sairá para PC, Xbox One e Ps4. O lançamento estaria previsto para “um bom mês antes do Natal”, o que significa algum momento em Novembro, entrando em acordo com o lançamento dos títulos passados que costumavam ser feitos em Novembro também.

Publicado
Graduado por força do acaso em Relações Internacionais, aspirante a músico e também futuro psicólogo, Arthur é gamer desde sempre - ou pelo menos desde que se lembra de estar vivo - e agora é também editor e redator do Última Ficha e nutre esperanças de um dia ter uma ideia melhor pra escrever essa descrição. Viva Chrono Trigger!