Entrevistamos os criadores de Distortions e jogamos sua demo

Há cerca de um mês, o jogo independente brasileiro Distortions foi eleito o melhor jogo brasileiro e o melhor jogo pela escolha do público durante o BIG Festival 2017, a maior feira de jogos independentes da America Latina. O jogo empolgou os entusiastas que estavam no evento e também teve uma exposição muito positiva através da cobertura da mídia tradicional, por exemplo a Globo e a Band.

Como o game já chamava nossa atenção há certo tempo, nós conseguimos o contato da equipe de desenvolvimento e batemos um papo com eles sobre como foi desenvolver o jogo, suas inspirações e desafios. Além disso, também tivemos acesso à demo que esteva presente no BIG Festival e gravamos o primeiro gameplay de Distortions.

Em nosso podcast/entrevista, que você pode conferir abaixo, falamos sobre diversos assuntos como as inspirações da equipe (Zelda, Another World, Flashback e outros), sobre como ele foi desenvolvido de forma modular para que os desenvolvedores pudessem fazer diversas experimentações tanto no gameplay quanto no jogo de câmera, sobre sua trilha sonora fenomenal e como ela está sendo usada ao longo do game.

Agora, você sabia que Distortions é um projeto ambicioso que pretende entregar 15 horas de gameplay em um mundo aberto que contará com diversos puzzles e Dungeons?

Além desse ótimo bate papo, nós também gravamos um gameplay de meia hora. Nele, podemos ver um pouco do gameplay, seu conceito de mundo distorcido, o drama da falta de memória da protagonista e sua busca por entender melhor o que aconteceu como esse mundo. Também temos uma rápida demonstração de como será o sistema de tocar o violino e seu uso nos puzzles.

E você, o que achou de Distortions? Deixe suas impressões nos comentários. Nós estaremos presentes na BGS 2017 e traremos mais detalhes sobre Distortions.

Distortions está previsto para lançamento no início de 2018 para PC e, dependendo da resposta do público, existe a possibilidade de lançamento para consoles.

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Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.