Análise: World of Final Fantasy Maxima uma fórmula antiga para um jogo renovado!

O ano é 2016, MAS ELIMYNATION ESTAMOS EM 2018!!!!

Calma po$%# deixa eu terminar, como eu dizia, o ano é 2016, outubro, a Square acaba de lançar despretensiosamente World of Final Fantasy. Aqui vale frisar que, como todos sabem sou FAG de FF, consumo tudo  da franquia, incluindo até os títulos ruins (na minha opinião) – FFXV que o diga.

Contudo ao olhar o WoFF eu simplesmente Iggy Norei, olhei, não vi nada que me lembrasse de um jogo da série, logo assumi que não precisava jogar, e assim passaram 2 anos, AGORA estamos em 2018. Square relança o game para acompanhar o Switch, aproveita para ouvir um pouco os fãs e cria a DLC Maxima!

Aproveitei e joguei esse game para entender qual é a dele e o que tem de FF nele. Me arrependi de ter o ignorado em seu lançamento, bora para a minha análise.

Contextualizando

Como mencionei, eu perdi o timing do jogo original, então tive de fazer aquela pesquisa de campo para entender o que seriam as diferenças adicionadas a versão “Maxima”, e pelo que entendi foram adições interessantes.

WoFFM se passa no mundo de Nine Wood Hills, e é protagonizado pelos irmãos Lann e Reynn que de cara são introduzidos a Enna Kross, uma mulher extremamente misteriosa e Tama, um pet fofinho que dá várias dicas e direções aos irmãos.

Confiram aqui nossa análise original do jogo sem a DLC Maxima

O jogo será em torno dos dois irmãos e suas memórias. É possível se deslocar através de portais para outras regiões, muitas delas, claramente referencias a outros jogos da franquia como Fígaro Castle (FFVI), Port Besaid (FFX),  Balamb Garden (FFVIII) entre outros.

Os personagens são considerados “Jiants” pelo restante do personagens com que interagimos, que são “Lilikins”(personagens Chibi que parecem funkos). Os personagens ganham a habilidade de se transformarem em Lilikins também, o que tem relevância nas estratégias de batalha.

É um RPG clássico de turnos e para constituir sua party é necessário “capturar” os monstros (Mirages) inimigos. É possível ter até 6 personagens numa party seguindo uma lógica. Monstros e personagens são classificados em tamanhos, S para Pequeno, M para Médio e L para grande, e você pode ter 1 de cada em cada “agrupamento de personagem”, e aqui entra a estratégia entre ser Jiant ou Lilikin.

Sendo Jiant, os personagens são classificados como L, e sendo Lilikin são M, e isso dá uma liberdade para criar seus grupos. Como falei, o grupo pode constituir de um personagem de cada classificação, e eles ficam empilhados (Stack).  Enquanto empilhados, os status de todos são somados e se comportam como um único personagem, mas diversas situações podem fazer com que a pilha se desfaça.

Outro ponto importante é que para capturar os monstros, existem certos pré requisitos, alguns podem precisar que o player os cure, ou que os ataque com algum elemento, ou mesmo só enfraquecer. Ao fim de cada batalha todos os mirages que estiverem com você ganharão experiencia.

Você possui um limite de mirages que pode carregar (Pokemon feelings) e qualquer excedente a esse numero, é armazenado e pode ser trocado em Nine Wood Hills.

Os Mirages podem evoluir em formas mais poderosas (e de classificações de tamanho diferentes) com experiencia e AP, a cada nível ganho você ganha AP que é utilizado para melhorar os mirages da forma que você julgar melhor, em alguns casos os mirages precisarão de certos itens para evoluir.

Novidades

Agora contextualizado, posso falar das novidades, para quem jogou o WoFF original. Uma coisa que pode ter sido estranha era ter a possibilidade de ver os champions (protagonistas de outros FF) em combate, mas não poder jogar com eles, e isso foi corrigido no Maxima, agora existem uns itens que transformam Lann ou Reynn em champions.

Foram adicionadas mais Mirages, mais quests, um novo final e o modo New Game +. Portanto, para quem possuía o jogo (há 2 anos) era só comprar o DLC Maxima e, caso existisse um save com o jogo finalizado, o modo NG+ já estaria habilitado.

Há também um modo Nightmare, uma nova dificuldade com batalhas extremamente difíceis, uma delas com a própria Enna Kross

Conclusão

Um RPG clássico, bonito e super engraçado, as aventuras de Lann e Reynn fizeram meus dias por várias horas. É um jogo leve e sem obrigações, muitos dos textos são voltados para comicidade pastelão misturada a referencias de tantas histórias que os fãs da serie já viveram.

Talvez para quem já jogou, não tenha rolado a “emoção” de jogar de novo, mas eu como novato do jogo, me animei a cada progresso e ficava sempre querendo mais, me perguntando quais seriam os outros personagens apareceriam e ficando ainda mais excitado quando era algum personagem que eu realmente gostava.

Para todos que são nostálgicos ou fã da série é um jogo bem obrigatório. Confira a nossa galeria após a nota.

notas

Paulo Everton

Gamer, Gaymer e muito orgulhoso! Descobri os videojogos com 7 anos de idade, de lá para cá foi uma ladeira sem fim, horas gastas em frente a televisão e muita, mas muita mesmo, história para contar, vivi tantas vidas quanto consigo me lembrar, e quer saber? É muito bom não ser a si mesmo!
Botão Voltar ao topo
Fechar